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Portugal emite 850 milhões de euros com juros mais baixos desde 2015

Portugal emite 850 milhões de euros com juros mais baixos desde 2015

Portugal emite 850 milhões de euros com juros mais baixos desde 2015

Portugal não se financiava com um juro tão baixo como o de hoje desde final de 2015

O Tesouro português voltou esta quarta-feira aos mercados para uma emissão de Obrigações do Tesouro a dez anos. Portugal emitiu 850 milhões de euros, abaixo do valor indicativo máximo de mil milhões, a uma taxa de juro de 2,785%. A procura foi duas vezes superior à oferta.

O juro conseguido foi inferior ao dos últimos leilões com maturidade semelhante. Na emissão de junho a taxa de juro foi de 2,851%, enquanto que no leilão de julho o juro conseguido foi de 3,085%.

Portugal não se financiava com um juro tão baixo como o de hoje desde final de 2015, um ano em que, segundo Filipe Silva, “as taxas das emissões foram muito baixas”. Os analistas são unânimes sobre o sucesso da operação.

O Diretor da Gestão de Ativos do Banco Carregosa destaca que “nesse ano houve quatro emissões de dívida a 10 anos, todas com taxas baixas e a taxa conseguida hoje aproxima-se desses níveis”.

Os juros garantidos hoje pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) devem-se, segundo o analista, aos “bons dados económicos” que Portugal tem divulgado, bem como à “revisão otimista da perspetiva do rating da dívida por parte da Moody’s”.

Filipe Silva sublinha ainda que “uma grande ajuda vem das compras do BCE, mas também beneficia da própria folga financeira no financiamento do Estado que, com operações de troca e emissões tem conseguido alongar a maturidade da dívida portuguesa”.

Já Tiago da Costa Cardoso, gestor da corretora XTB, afirma que “o sucesso da emissão deve-se essencialmente ao maior apetite pelo risco que surge neste segundo semestre do ano, com os índices próximo de máximos históricos e sem eventos de risco que possam criar alguma instabilidade nos próximos tempos”.

O analista da XTB considera que o montante colocado de 850 milhões de euros acabou por ser um “ponto negativo”, observando, porém, que o valor “até fez sentido, já que para manter a taxa baixa não se poderia aceitar um numero maior de ofertas”.

Para Steven Santos, gestor do Banco BIG, “o clima favorável vivido por Portugal nos planos macroeconómico e internacional foi muito relevante para a diminuição do custo de financiamento nesta operação”.

O analista salienta que “por toda a Europa, nota-se que os países estão a aproveitar para emitir dívida antes do BCE reduzir o programa de compra de activos, que poderá ser anunciado já em Outubro. A Áustria, por exemplo, iniciou ontem a colocação de mil milhões de euros em obrigações a 100 anos, tendo recebido já interesse de investidores superior a 6 mil milhões e prevendo-se uma taxa em torno de 2,1%. A Finlândia iniciou ontem a colocação de obrigações a 3 anos”.

Ainda assim, conclui Steven Santos, “uma provável redução do ritmo mensal de compra de activos por parte do BCE não deverá ter um impacto expressivo na compra de títulos portugueses”.

Fonte: www.dinheirovivo.pt

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