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Projeto de 170 milhões de euros vai transformar a zona ribeirinha de Faro

Projeto de 170 milhões de euros vai transformar a zona ribeirinha de Faro

A Câmara de Faro apresentou o projeto de transformação do cais comercial da cidade com a construção de um centro de investigação, uma marina, um aquário, um centro de congressos, uma incubadora de empresas, hotéis, residências seniores assistidas, comércio e serviços.

Uma nova identidade para uma zona de 18 hectares da cidade de Faro situada junto ao cais comercial da cidade e que envolve uma antiga zona industrial atualmente ao abandono é o principal objetivo do Farformosa. Um projeto que terá um investimento na ordem dos 170 milhões de euros e prevê que venha a criar mais de 1500 postos de trabalho diretos.

O arquiteto responsável do “Farformosa”, Pedro Vaz, explicou que o projeto prevê a construção do novo centro de investigação do Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR) da Universidade do Algarve, um aquário 7.000 metros quadrados, um centro de congressos, uma incubadora para 20 empresas ligadas ao mar, um centro náutico, uma marina com 440 lugares de amarração, área para reparação naval, três hotéis, 63 moradias e 40 quartos, áreas para comércio, serviços e restauração.

Em comunicado o Centro de Investigação do CCMAR revela que o centro é o coração deste projeto, mas vão ser criados equipamentos com multifuncionalidades. É o caso do Centro de Congressos, com auditório principal com capacidade para 1200 lugares. Uma aposta do Município, por não existir nenhum na região.

Este projeto de intervenção resulta de um protocolo inicial entre o Município de Faro e o CCMAR, que rapidamente reuniu à sua volta outras entidades. O presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, apontou que já tem recebido contatos de investidores estrangeiros interessados em investir no concelho e naquele projeto, que tem uma localização privilegiada.

O modelo de financiamento ainda não está completamente definido, mas os parceiros envolvidos admitem que a entidade gestora do complexo possa conseguir verbas dos investidores privados para a concretização dos projetos de cariz público como é o caso do centro do CCMAR e do aquário.

Fonte: Jornal Económico

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