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Segmento de luxo da Remax cresceu 44% no primeiro semestre

Segmento de luxo da Remax cresceu 44% no primeiro semestre

Empresa garante ter reforçado a sua liderança, transacionando “mais do dobro de imóveis” que a sua principal concorrente

A Remax Collection, a imobiliário do grupo que se dedica ao segmento de luxo, realizou, no primeiro semestre do ano, 481 transações, número que representa um crescimento de 50,5% face a igual período de 2016. Em termos de volume de negócios, a empresa anuncia que cresceu 44,2%, sem, no entanto, indicar valores. Números que “reforçam a posição da Remax Collection como a maior imobiliária de luxo em Portugal, transacionando mais do dobro de imóveis que a sua principal concorrente”, diz a empresa em comunicado.

Os apartamentos continuam a ser os imóveis com mais procura, indica a Remax Collection em comunicado, representando 58,6% do volume de negócio e 69,1% das transações. A quota das moradias é de, respetivamente, 20,3% e 18,3%, respetivamente. Em termos de clientes, os portugueses têm praticamente metade do mercado, com 49,66% das vendas em volume e 53,45% do número de transações. Seguem-se os chineses (com 11,88% e 7,47%), os brasileiros (com quotas semelhantes em valor e em número, na ordem dos 11%) e os franceses (com, respetivamente, 7,98% e 6,32%). Árabes, japoneses e turcos completam a lista que, comparativamente a 2016, não inclui na tabela nem os angolanos nem os britânicos.

Na análise por regiões, o distrito de Lisboa tem “a grande fatia” do mercado de luxo, destaca a Remax Collection, já que inclui “concelhos historicamente importantes para este segmento” como os de Sintra e Cascais, com um volume de negócios de 86,22% e 87,33% do número de transações. Faro, Setúbal e Porto estão, também, no pódio.

Quanto ao preço, varia, naturalmente, consoante a tipologia e localização dos imóveis, entre outros fatores, mas para as moradias os valores “são sempre superiores a meio milhão de euros”, garante a Remax Colletion. Já nos apartamentos, um T3, em Lisboa ou Cascais, custará acima de 400 mil euros e um T2 acima de 300 mil euros.

“Está a ser um excelente ano para o segmento de luxo em geral e para a Remax Collection, em particular. O crescimento desta área de negócio tem-nos permitido consolidar a nossa liderança, o que revela que o consumidor reconhece a nossa oferta e o serviço diferenciador”, diz a CEO da Remax. Para Beatriz Rubio, o facto de os portugueses “continuarem como principais compradores é revelador de que o imobiliário é, cada vez mais, visto como um investimento seguro em detrimento de produtos financeiros”.

Fonte: www.dinheirovivo.pt

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